Inês Saldanha em palestra no Employee Experience Summit
Inês Saldanha · organizadora

O futuro não se explica por uma única lente.

Pessoas · Tecnologia · Cultura · Comunicação · Operação

Quem é

Uma carreira feita de fronteiras atravessadas

Antes de falar sobre organizações, Inês aprendeu a observá-las. Jornalista, começou a carreira em Portugal e cobriu o mundo como correspondente no Japão, nos Estados Unidos e no Brasil, em veículos como Rádio Renascença, Expresso, BBC, SIC TV e Voz da América.

Em 2000, entrou no Banco do Brasil. De lá para cá, transitou por comunicação, sustentabilidade, ética, saúde e segurança, expatriação, inovação, diversidade, cultura organizacional e employee experience. Criou o People Innovation, primeiro programa de inovação aberta do RH do banco.

O movimento mais recente foi sair da área de Pessoas e ir para Operações: infraestrutura financeira, canais físicos, tecnologia e processos. Porque talvez seja nas fronteiras entre os assuntos que as perguntas mais interessantes aparecem.

As conversas que ela provoca

Três formas de olhar o mesmo problema

01

O futuro do trabalho não cabe no RH

Tecnologia transforma o trabalho. Cultura molda comportamentos. Operações evoluem. E, por trás de tudo isso, estão pessoas que transformam e se transformam. Por que insistimos em discutir o futuro a partir de uma única visão? Uma conversa sobre o que muda quando o trabalho deixa de ser assunto de RH e passa a ser entendido como sistema.

02

O trabalho mudou. E nós?

Inteligência artificial, longevidade e novas formas de trabalhar estão redesenhando organizações mais rápido do que conseguimos acompanhar. Transformar o trabalho não é adotar tecnologia nova: é repensar como decidimos, aprendemos e nos relacionamos com o que fazemos.

03

Engajar pessoas em um mundo que não para quieto

Não existe experiência do colaborador separada da experiência de trabalhar. Ela acontece nas decisões, nas relações, na tecnologia, na liderança e nas fricções do cotidiano. O que sustenta pertencimento e confiança quando a organização está em transformação?

De onde vem esse olhar

Menos linear, mais transversal

Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, MBA em Gestão de Pessoas pela FIA-USP, com formação em gestão de mudanças, employee experience, cultura organizacional e implicações estratégicas da inteligência artificial.

Jornalismo internacional→Gestão de pessoas→Cultura e inovação→Operações

É esse percurso que explica a convicção dela: entender o futuro exige mudar de lente. Às vezes, usar várias ao mesmo tempo.

Em conversa com diferentes públicos
Inês palestrando sobre foresight, com citação de Amy Webb ao fundo
Inês conduzindo conversa sobre cultura organizacional
Inês no telão do palco principal da BB Digital Week

HackTown · BB Digital Week · Transforma ANAC · EX Summit

Quer levar uma dessas conversas para o seu contexto?

Palestra, painel, entrevista ou uma boa troca de perguntas.