O livro

Há muitos livros tentando dizer como será o futuro do trabalho. Este não é um deles.

A origem

Um livro que não começou pelo sumário

Antes dos capítulos, vieram as perguntas. Antes das respostas, vieram os sinais.

Não reunimos tendências da moda nem escolhemos temas que rendem bons títulos. Pesquisamos transformações sociais, tecnológicas, econômicas, ambientais e culturais, e construímos uma base para identificar recorrências, rupturas e contradições. O livro tomou forma dentro dessa investigação.

309sinais codificados
3horizontes
1curadoria
A estrutura

Três movimentos para olhar o futuro

COLAPSO FRATURA FUTURO DELIBERÁVEL
Primeiro movimento

Colapso

Começamos pelo que já não responde ao mundo em que vivemos: estruturas, modelos e crenças que mostram seus limites mesmo quando ainda parecem normais.

Segundo movimento

Fratura

Depois, olhamos para onde o presente racha. Aparecem as tensões e disputas: forças diferentes decidindo que trabalho será possível, desejável ou aceitável.

Terceiro movimento

Futuro deliberável

E chegamos ao território que mais nos interessa: o que ainda não está decidido, e pode ganhar força, sumir ou mudar de direção conforme o que escolhemos agora.

Não buscamos encontrar "o" futuro. Buscamos ampliar o que ainda podemos decidir sobre ele.

Não é um livro de previsões

As perguntas que nos movem

Nada de listar profissões que vão sumir ou habilidades que todos precisarão ter. O que nos interessa é o que essas previsões escondem:

A investigação atravessa: tecnologia · clima · demografia · poder · proteção social · tempo

Quem escreve

Muitas vozes. Uma investigação.

Um campo plural não se interpreta a partir de uma única perspectiva. O livro reúne pessoas de diferentes áreas e trajetórias para olhar os sinais, tensionar hipóteses e ampliar as perguntas.

Não buscamos autores para confirmar uma tese. Buscamos gente capaz de complicá-la.

Onde estamos

O livro está sendo construído agora

Sinais→Análise→Tensões→Perguntas→Autores→Livro

Ao longo do caminho, algumas hipóteses ganham força e outras caem. Novos sinais aparecem, contradições ficam mais nítidas. Preferimos assumir isso a fingir que o mapa estava pronto desde o início.